terça-feira, 5 de julho de 2011

Qual a melhor capa de disco de todos os tempos?

Até sábado, 18 de junho de 2011, quem for à Escola Panamericana poderá ver de perto as capas de 50 álbuns que marcaram época e eleger, por meio de uma votação eletrônica, a melhor capa de todos os tempos.






Fazem parte da competição álbuns como “Nevermind (Nirvana – 1991)”,  “Atom Heart Mother (Pink Floyd – 1970)”, “Revolver (The Beatles – 1966)”, “Secos&Molhados (Secos&Molhados – 1973)”, “Roots (Sepultura – 1996)”, “Cabeça Dinossauro (Titãs – 1986)”, “Meat Is Murder (The Smiths – 1985)”, “Elvis Presley (Elvis Presley – 1956), “The Velvet (The Velvet – 1967)”, entre outros.


Também é possível votar pelo endereço:
http://mtv.uol.com.br/projetos/panamericana
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Para mais informações: Escola Panamerica.





Por Tarcila Zonaro

Homem do Alabama

Incentivar seu filho a brincar de médico com a filha da vizinha já não é mais a única atividade infantil que pode estimular a testosterona nos pirralhos. Agora  você pode presenteá-lo com o incrível Homem do Alabama, dezenas de exemplos másculos embutido em um único boneco de ação para seu filho crescer como um verdadeiro macho alpha da espécie.
Veja vídeo promocional abaixo:




@ditopelomaldito

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Se os browsers fossem crianças

Videogame com bossa nova

Pode até parecer bobo mas eu adoro quando a nova geração mostra um pinguinho de criatividade. Afinal de contas, toda forma de expressão é válida!


Esses caras misturam bossa nova com videogame. Olha só o que deu:










Tomara que dê samba rsrs! Vamos acompanhar...

Perdendo o senso de realidade

Hoje ouvi de uma pessoa muito especial a seguinte expressão: “estou perdendo o senso de realidade...” 

Aff... resmunguei na mesma hora: Se existe senso de realidade, tem de haver senso de possibilidade.

Não entendeu? Explico: Quem possui o senso de possibilidade não diz, por exemplo: aqui aconteceu, vai acontecer, tem de acontecer isto ou aquilo; mas inventa: aqui poderia, deveria ou teria de acontecer isto ou aquilo; e se lhe explicarmos que uma coisa é como é, ele pensa: bem, provavelmente também poderia ser de outro modo.

Assim, o senso de possibilidade pode ser definido como a capacidade de pensar tudo aquilo que também poderia ser, e não julgar que aquilo que é seja mais importante do que aquilo que não é. Pessoas com senso de possibilidade vivem, como se diz, numa teia mais sutil, feita de nevoeiro, fantasia, devaneio e condicionais. Isso não quer dizer que vivam num mundo irreal. São pessoas que possuem capacidade para realizar objetivos. E na maioria das vezes realizam. Mesmo.
Uma experiência possível, ou uma verdade possível, não são iguais à experiência real e verdade real menos o valor da realidade; ao contrário, ao menos do ponto de vista de seus seguidores, têm em si algo divino, um fogo, um vôo, um desejo de construção e uma utopia consciente, que não teme a realidade mas a trata como missão e invenção.


É a realidade que traz as possibilidades, e nada mais errado do que negar isso. Mesmo assim, no total ou na média serão sempre as mesmas possibilidades repetidas, até chegar uma pessoa para a qual uma coisa real não signifique mais do que o imaginado.


Será ela quem dará sentido e destinação às novas possibilidades, que há de provocar.

sexta-feira, 1 de julho de 2011

Conto: A Verdade e a História


Era uma vez uma pequena vila onde moravam duas lindas irmãs. Todos os dias elas se arrumavam, penteavam os cabelos e elogiavam-se mutuamente por seus atributos físicos. Um dia uma delas perguntou qual era a mais bonita. Nenhuma foi capaz de dizer. Uma das irmãs resolveu então submeter essa decisão ao povo da vila. Cada uma desfilaria pela rua principal da cidade para ver a reação do povo. A que fosse mais aclamada, mais aplaudida, seria a mais bonita.

Na manhã seguinte as duas irmãs foram para a ponta da principal avenida, que atravessa o coração do vilarejo. A primeira irmã começou a caminhar lentamente, com elegância e um sorriso largo. As pessoas que passavam, sorriam de volta, acenavam e pareciam admirá-la. Quanto mais reações positivas ela conseguia, mais segurança interior ela sentia para continuar, o que provocou ainda mais acenos e sorrisos, que logo se transformaram em aplausos. Ao chegar no outro lado da avenida, pessoas em todas as casas saíam aos terraços para olhar a moça bonita e bem trajada. Ela voltou ao ponto de partida sob apupos gloriosos, sentindo-se praticamente vitoriosa na disputa pelo título de beleza.

A segunda irmã cumprimentou-a pelo sucesso e começou sua caminhada.


Já nos primeiros passos, apesar de sua altivez e segurança, a reação não foi boa. Pessoas se afastavam dela sorrateiramente. Outras se escondiam e algumas fingiam não a ver. Sem entender o que acontecia, a jovem foi tentando se expor cada vez mais, tentando chamar a atenção de todos, o que só piorava ainda mais o resultado. Moradores fechavam portas e janelas e se escondiam dela. Ao chegar do outro lado da avenida, ela estava quase fracassada.


Numa última tentativa de mostrar o quanto era bela, a moça começou a se despir de todas as roupas, caminhando total e completamente nua , para horror da população da vila, que simplesmente sumiu da praça.


A segunda irmã chegou nua e aos prantos para o ponto de partida, onde sua irmã a acolheu e cobriu-a com um manto.


- O que aconteceu comigo, minha querida irmã? Por que todos me evitam? Por acaso sou horrível ou repulsiva?


- Não, querida Verdade. Você é linda. O que acontece é que ninguém quer ver a Verdade assim, exposta diante da cara, passando na frente de todos. Muito menos assim, nua.


- Então é por isso que todos preferem você, História?


- Acho que sim, Verdade. As pessoas  só conseguem compreender a verdade através de uma lenda, de uma história. A Verdade Nua é insuportável para quase todo mundo. As pessoas querem algo que dê alento, uma capa, uma veste, uma ilusão.


E assim, abraçadas, História e Verdade voltaram para sua casa enquanto o povo da vila adormeceu com suas ilusões.

Ouvi essa lenda contada por um homem, num vídeo perdido no YouTube. Reescrevi-a como me lembrei. Mas o ensinamento é sempre o mesmo. As pessoas não estão preparadas para receber a verdade, muito menos a verdade nua. Por isso, estamos sempre adereçando, adornando, vestindo e maquiando a verdade, para dar conforto a quem precisa dela saber.

Fica a reflexão inspiradora. Que figurino usamos todos os dias para vestir as verdades que não queremos despir na vida?

Fonte: @rosana


A melhor embalagem de biscoito já inventada